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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Jovens e Adultos - Vencendo as Aflições da Vida
Lição 10: A Perda dos Bens Terrenos

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Falem do tema aula: A Perda dos Bens Terrenos. Este é mais uma das aflições da vida que estamos estudando neste trimestre.

- Coloquem no quadro ou cartolina as seguintes palavras: MATERIAL, AFETIVA e ESPIRITUAL.
Falem sobre cada uma delas, exemplificando cada tipo de perda, com exemplos bíblicos e/ou pessoais.

- Em seguida, leiam o texto “Uma Nova Chance”, que possibilitará a reflexão sobre a importância dada aos bens materiais, sua perda e nova chance de progredir na vida.

- Depois da leitura do texto, perguntem:
Você concorda com a atitude do pai?
Se você fosse o filho, você gostaria de uma segunda chance?
Como alguém poderia ter uma segunda chance em meio a perda de bens matérias?

- Trabalhem o conteúdo da lição de forma participativa e contextualizada.

- Para concluir, utilizem a dinâmica “A Tempestade”.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção,  professores da lição de Adolescentes e Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.

Os professores do Discipulado poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de Aprendiz. Procurem no marcador: Subsídio Pedagógico Discipulado I e II. 

Dinâmica: Tempestade

Objetivos:
 Refletir sobre as dificuldades que enfrentamos na vida cristã.
 Confirmar que temos socorro em Jesus,  aquele que acalma as tempestades.

Material: Folha de papel ofício para cada aluno, 3 metros de TNT azul, 01 mesa, fita adesiva.

Procedimento:
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno e solicitem para que eles façam um barquinho, usando a técnica da dobradura (aquela que agente fazia quando criança).
- Enquanto isso, organizem o TNT na mesa de forma que dê ideia de um mar revolto.
- Peçam para que os alunos coloquem seus barcos no mar revolto. Se julgar necessário, utilizem fita adesiva para fixar os barquinhos.
- Falem para os alunos que o mar revolto representa as situações adversas que enfrentamos na vida. Muitas vezes precisamos retirar do nosso barco algo que pode impedir o bom prosseguimento da viagem. Cada um deve nesse momento refletir se há algo que precisa ser descartado ou modificado, mas não precisa falar para os colegas. 
- Há também outras situações que precisamos do socorro de Jesus para acalmar a tempestade. Leiam:  Mt 8.23 a 26. 
- Façam uma oração pelos alunos sobre isto.
- Em seguida, com a ajuda de outra pessoa, estirem o TNT, representando o mar sem a tempestade.

Por Sulamita Macedo.

Texto de Reflexão: Uma Nova Chance

Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço.
Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado, enquanto ele tivesse o que lhe oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.
Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro dele uma forca, e junto a ela uma placa com os dizeres: "Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai".
Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse: "Meu filho quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos irão se afastar de você. E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos. É por isso que eu construí essa forca, sim, ela é para você, e eu quero que me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela."
O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito,  começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do seu pai e começou a chorar e dizer: "Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde, é tarde demais".
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava. A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:"Eu nunca segui os conselhos do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos, desta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada".
Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse:- "Ah se eu tivesse uma nova chance..." Então pulou, sentiu a corda por um instante apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: "Essa é sua nova chance, eu te amo muito". Seu pai.
Autoria Desconhecida.


Currículo do Ano 2 – Adolescentes – Vivendo em Família
Lição 10: A Maior Herança que existe!

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Organizem uma mesa com várias figuras retiradas de revistas, como: carro, moto, celular, casa, bicicletas, roupas, sapatos etc. Ao iniciar a aula, peçam que os alunos escolham pelo menos 03 figuras de objetos que gostariam de ter. Depois, peçam para que eles falem a razão das escolhas.

- Depois falem: Estes objetos são importantes para nossa vida, mas são passageiros, pois se acabam. Mas os bens espirituais são eternos e a lição de hoje é sobre “A Maior Herança que existe!”


- Perguntem: Qual a maior herança que seus pais podem deixar para vocês?
Aguardem as respostas e anote-as no quadro. As respostas podem ser as mais variadas, como: os estudos, dinheiro, carro, imóveis, valores cristãos etc.
Depois, leiam cada uma e façam uma separação entre o que é material e espiritual.

- Em seguida, falem: Os bens materiais são passageiros e os bens espirituais são para a vida eterna. Estes últimos são ensinados na família, na igreja.

- Trabalhem o conteúdo da lição de forma participativa e contextualizada.

- Para finalizar, leiam o texto “O Cheque na Bíblia”.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Texto de Reflexão: O Cheque na Bíblia

Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido. Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo:
- Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, eu darei um carro de presente. Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau.
 O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou fora aprovado para o curso de Medicina e como havia prometido, pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel. Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente.
Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.
A partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído, e agora, lutava por ser independente… Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava noticias a família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai.
Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu. No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.
De volta a sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia:
 – Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para você, escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer de recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência. Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.
Autoria Desconhecida.








Currículo do Ano 3 – Juvenis – O Caráter Cristão
Lição 10: Contra o Fruto, não há Lei

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Apresentem uma figura de uma laranja, cujos gomos representam as 09 partes do Fruto do Espírito Santo. Veja este modelo:

- Leiam Galátas 5.22, apontando cada parte à medida que for lido nome das partes do Fruto do Espírito.

- Falem: Concluímos o estudo de cada parte que compõe o fruto, que se encontra em Gl. 5.22. Agora, na lição de hoje, vamos estudar o conteúdo do versículo o 23, que diz: “Contra estas coisas não há lei”.

- Escrevam esta frase no quadro e perguntem: Qual a razão desta afirmação?
Aguardem as respostas.
- Em seguida, falem que a pessoa que possui as virtudes do Fruto do Espírito é alvo das ciladas do inimigo, portanto estejamos atentos, vigiando e orando. Para exemplificar, reflitam com os alunos o texto de reflexão “A Serpente o Vaga-lume”.

-Trabalhem o conteúdo da lição de forma participativa e contextualizada.

- Para concluir a aula, utilizem a dinâmica “Árvore de Vida”.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Texto de Reflexão: A Serpente e o Vaga-lume

Conta a lenda que, uma vez, uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.
Fugiu por um dia inteiro e ela não desistia. Dois dias e nada…
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas, já que vou te devorar mesmo, pode perguntar…
- Pertenço à sua cadeia alimentar ?
-Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar…
Autoria desconhecida.

Dinâmica: Árvore de Vida

Objetivo: Refletir sobre a importância de produzir as 09 partes do Fruto do Espírito Santo.

Material:
01 galho de uma planta com folhas verdes
01 rolo de durex
Frutas de papel ou plástico(pequenas)
½ folha de papel ofício

Procedimento:
- Apresentem para os alunos um galho de uma planta com folhas.
- Jesus comparou-se a uma videira e nós aos ramos. Leiam Jo 15. 1 a 6, 8.
- Falem: Conforme lemos, quem está em Cristo, está na videira e produz frutos. Está vivo espiritualmente, produzindo para o Reino.
- Coloquem os frutos em alguns galhos da árvore.
- Falem: Ainda, podemos afirmar, segundo o texto lido, que aquele que não está em Cristo, será lançado fora.
- Agora retirem os galhos sem frutos.
- Falem: Está morto espiritualmente, não produz para o Reino de Deus.
- Falem: Estejamos, pois na videira, limpos pela Palavra, para que produzamos frutos dignos de arrependimento.
- Leiam o Salmo 1.
- Em seguida, distribuam ½ folha de papel ofício para cada aluno e solicitem que desenhem uma árvore, afirmando que esta representa sua vida espiritual. Depois, eles devem desenhar frutos e colocar nos frutos  nomes de ações que precisam realizar ou estão realizando para que mantenham ligados a Cristo, como também partes do Fruto do Espírito.
- Para concluir, peçam a alguns alunos para socializar com o grupo o resultado do seu trabalho.

Por Sulamita Macedo.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Jovens e Adultos - Vencendo as Aflições da Vida
Lição 09: A Angústia das Dívidas

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:

- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Falem do tema aula: A Angústia das Dívidas. Contrair dívidas de forma equilibrada e pagá-las, não há problema. Entretanto, o que vamos estudar hoje diz respeito ao consumo exagerado, sem limites, chegando ao endividamento, que pode causar sérios danos a pessoa e sua família, como perdas de bens, bom convívio familiar, perda da saúde etc.
 
- Em seguida, leiam: I Tm 6. 7 a 9.

- Depois, apresentem um saco sem fundo, cortado de forma que os alunos não percebam essa retirada(aconselho aquele tipo de saco metalizado para presente, cortem a borda que fecha o saco – façam isto em casa, antes da aula).

Peguem uma cédula de 20, 00 reais ou de outro valor, mostrem para a turma e solicitem que um aluno se ponha de pé diante da classe e coloquem a nota de 20,00 reais dentro do saco. Segurem o saco de forma que não apareça a parte de baixo aberta.  O que vai acontecer? A cédula vai cair no chão, passando pelo espaço aberto do saco(aquela parte retirada do fundo). 

Isto vai causar surpresa e alguns alunos vão achar que o dinheiro não foi colocado dentro do saco. Repitam a operação e depois leiam Ageu 1.6 “Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado”.

- Trabalhem o conteúdo proposto na lição de forma participativa e contextualizada.

- Quando estiverem, trabalhando sobre o item II, utilizem a dinâmica “Consumismo”.

- Leiam em http://www.istoe.com.br/reportagens/192238_COMO+SAIR+DAS+DIVIDAS como a pessoa endividada pode se organizar para se livrar das dívidas e repassem estas informações para os alunos.


Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção,  professores da lição de Adolescentes e Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.
Os professores do Discipulado poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de Aprendiz. Procurem no marcador: Subsídio Pedagógico Discipulado I e II.
Dinâmica: Consumismo
 
Objetivo: Refletir sobre o consumismo exagerado e suas consequências. 

Material: Tablóides de propaganda de grandes lojas de departamentos para os alunos.

Procedimento:
- Distribuam 01 tablóide para cada aluno.
- Falem: Olhem o tablóide, anotem os valores dos objetos que vocês desejam comprar e depois somem.
- Agora, perguntem: O que vocês fariam para adquirir estes objetos? Aguardem as respostas.
- Em seguida, realizem  uma série de questionamentos, tais como:
Há necessidade de comprar todos os objetos?
Eles são prioritários? São realmente necessários?
Comprar os objetos porque estão em promoção, mesmo não tendo condições de comprar?
As condições de pagamento: comprar parcelado ou no cartão, vai comprometer o orçamento doméstico? Pagar com cheque especial, mesmo sabendo dos altos juros? Comprar uma parte a vista e o restante parcelado? As parcelas cabem no bolso?
- Escolham 02 alunos, um que teve cuidado com as compras e o outro que se excedeu, e questionem sobre a escolha dos produtos e condições de pagamento.
- Perguntem: vocês já compraram algo que não tinham necessidade? Já se endividaram por causa de compras exageradas? Que outras consequências surgiram?
- Para concluir, reflitam sobre o consumismo evidenciado pela mídia e o incentivo de alguns líderes quanto ao ensino do “ter” como sendo prosperidade.
- Leiam I Tm 6. 9 e 10.

Por Sulamita Macedo.


Currículo do Ano 2 – Adolescentes – Vivendo em Família
Lição 09: Obrigações iguais com regras diferentes

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Falem sobre o tema da aula: Obrigações iguais com regras diferentes.

- Iniciem o estudo da lição, lendo o texto “O Elefante”.
 
Falem da importância de conhecer o todo, para que tenhamos uma visão global de uma situação.
Para, encadear esta reflexão com o tema da lição, falem: Cada pessoa que analisou o que era o elefante, só tinha conhecimento da parte que pegou. Também, vocês conhecem os limites, as regras e responsabilidades de sua casa, sua família. Para conhecermos as situações de outras famílias, vamos agora realizar uma atividade que tornará possível uma visão ampliada de como funciona as regras/responsabilidades nas famílias dos alunos da classe.
Utilizando o quadro ou cartolina, façam uma tabela constando as responsabilidades do pai, da mãe e dos filhos, a partir das afirmações dos alunos daquilo que vivenciam na família.
Veja modelo abaixo:

Responsabilidades/Regras
Do Pai
Da Mãe
Dos Filhos










Depois de preenchida, reflitam com os alunos quais as responsabilidades reais e sem idealismo que acontecem na família. Algumas argumentações:

Quem sustenta a casa? Somente o pai? O pai e a mãe? Somente a mãe? Há renda de algum aposentado(avô ou avó)?

A divisão de tarefas é dividida conjuntamente ou há sobrecarga na figura da mãe?
Quais são as atividades dos filhos?

O que pode ser modificado?

- Trabalhem os pontos levantados na lição de forma participativa e contextualize com o tipo de aluno que você ensina. 

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Texto de Reflexão: O Elefante

Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio. Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo. Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem. Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas. Quando todos os cegos tinham apalpado o animal, o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante.
O que tinha apalpado a barriga, disse que o elefante era como uma enorme panela.
O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura.
“Nada disso”, interrompeu o que tinha apalpado a orelha. “Se alguma coisa se parece é com um grande leque aberto”.
O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu: “Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água…”.
“Essa não”, replicou o que apalpara a perna, “ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste…”.
Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia.

Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam. O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem. “O elefante é tudo isso que vocês falaram.”, Explicou. “Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante. Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiências de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante.”
Fábula Indiana

Currículo do Ano 3 – Juvenis – O Caráter Cristão
Lição 09: A Vida Cristã Disciplinada

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Falem que o tema da aula será sobre  “Domínio Próprio” ou “Temperança”. Leiam Gl 5.22 e falem  que a Temperança é a última parte do fruto do Espírito Santo que estamos estudando.

- Procurem definir o que seja “Domínio Próprio” ou “Temperança”, partindo sempre do que os alunos sabem, depois apresentem uma definição do dicionário.

- Trabalhem o conteúdo da lição de forma participativa.

- Depois, organizem os alunos em círculo e mostrem uma caixa ou um saco com várias situações sobre domínio próprio, como: o tempo, a fala, desejos, ideias, ações, hábitos etc.
Falem que a sacola vai passar de mão em mão; cada aluno vai retirar uma palavra, mostrar para a turma e falar de uma situação que aconteceu com ele. 

- Depois, enfatizem que há necessidade de controle, disciplina, e que isto deve ser um exercício constante.

- Leiam o texto “O Garoto, o Martelo e os Pregos”.

- Para concluir, façam uma oração pelos alunos para que o Espírito Santo tenha predomínio em suas vidas.

Tenham uma excelente e produtiva aula!


Texto de Reflexão: O Garoto, o Martelo e os Pregos

                Havia um garotinho que tinha um mau gênio. Seu pai lhe deu um saco cheio de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência, deveria bater um prego na cerca dos fundos da casa.
                No primeiro dia, o garoto havia pregado 37 pregos na cerca. Porém, a cada dia, o número ia decrescendo. O menino descobriu que era mais fácil controlar seu gênio do que pregar pregos na cerca. Finalmente, chegou o dia em que o garoto não mais perdeu o controle sobre o seu gênio.
                Ele contou isso ao seu pai, que lhe sugeriu que tirasse um prego da cerca por dia, para dominar o seu gênio. Os dias foram passando, até que, finalmente, o garoto pôde contar a seu pai que não havia mais pregos a serem retirados. O pai pegou o garoto pela mão e o levou até a cerca, dizendo:
                - Você fez bem, garoto, mas dê uma olhada na cerca. Ela nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas irado, elas deixam uma cicatriz como esta. Você pode esfaquear um homem e retirar a faca em seguida, e não importa quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuará ali.
                Uma ferida verbal e tão mal quando uma física. Tenha isso em mente antes de que se irar contra alguém.   
Autor desconhecido.

domingo, 12 de agosto de 2012

Jovens e Adultos - Vencendo as Aflições da vida
Lição 08: A Rebeldia dos Filhos

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Ações que devem ser realizadas antes da aula:
Digitem as palavras: DISCIPLINA, LIMITES, EDUCAR, CORREÇÃO, PAIS, FILHOS, FAMÍLIA, AMOR, PERDÃO, OBEDIÊNCIA, DIÁLOGO.
Procurem figura de pé esquerdo e direito e reproduzam 5 cópias de um e 05 do outro.
Colem cada palavra em uma figura de um pé, isto é, para cada palavra um pé.
Coloquem  no piso da sala, formando um caminho.

- Iniciem o estudo da lição, falando que uma das aflições da vida é “A Rebeldia dos Filhos” e que este é o tema da lição de hoje.

- Falem: Ao chegarem para a aula, o que vocês observaram?
Aguardem as respostas. 

- Depois, perguntem: O que estas palavras têm a ver com o tema da aula? 
Escutem atentamente a resposta dos alunos.

- Em seguida, leiam:
Pv 22.06 “Instrui o menino no caminho em que andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele”.
Dt. 6.7 “E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te”. 

- Estabeleçam a diferença entre “rebeldia” e “desobediência”.

- Trabalhem de forma participativa o conteúdo da lição, contextualizando-o com o tipo de aluno que vocês ensinam.

- Para concluir a aula, utilizem a dinâmica “O Nó do Afeto”.

Tenham uma excelente e produtiva aula.

Atenção,  professores da lição de Adolescentes e Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.

Os professores do Discipulado poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de Aprendiz. Procurem no marcador: Subsídio Pedagógico Discipulado I e II.

Dinâmica: O Nó do Afeto

Objetivo: Refletir sobre a educação familiar e os resultados da obediência ou não aos ensinamentos dos pais.

Material:
01 lenço grande ou um lençol
Cópia do Texto “O Nó do Afeto” para cada aluno(postado abaixo).

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo. Coloquem no centro do círculo todos  as palavras(com os pés) utilizadas no início da aula.
- Solicitem para que os alunos exponham como foi sua educação familiar e quais os frutos que durante a vida tem colhido devido a obediência ou não aos ensinamentos dos seus pais, fazendo referência as palavras no centro do círculo.
- Depois, distribuam para cada aluno 01 cópia do texto “O Nó do Afeto” e em seguida realizem a leitura.
- Depois, apresentem um lenço ou lençol e falem que passará de mão em mão. Cada pessoa deverá dar um nó no lenço e falar sobre a forma como eles se sentem ou sentiam a presença, o cuidado e o carinho dos pais.
Orientem para que os alunos sejam breves em suas palavras para que todos os alunos tenham a oportunidade de socializar com o grupo.
- Para concluir, leiam Sl 2.12 “Beijai o filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se inflamar sua ira”.

Por Sulamita Macedo

Texto de Reflexão: O nó do afeto


Em uma reunião de Pais, numa Escola da Periferia, a Diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-Ihes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.
Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças.
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou a explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana.
Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho a que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante.
E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazerem presentes, de se comunicarem com o filho.
Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente. E o mais Importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo a um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é importante que eles saibam, que eles sintam isso. Para que haja a comunicação, é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo do escuro. A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.
Autor desconhecido.

Currículo do Ano 2 – Adolescentes – Vivendo em Família
Lição 08: Dividido entre a Família e os Colegas

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Falem sobre o tema da aula: Dividido entre a Família e os Colegas.

- Em seguida, utilizem a dinâmica “A Pressão”.

- Trabalhem o conteúdo da lição forma participativa.

- Para concluir, leiam o texto “Aos Pais” com os alunos e depois peçam para que eles levam para casa uma cópia do texto e leiam com seus pais. 

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: A Pressão

Objetivo: Refletir sobre a importância do diálogo na família, o ensino de valores cristão no lar e na Igreja, em oposição à pressão dos colegas não crentes.

Material: 10 bexigas 

Procedimento:

- Dividam a turma em 02 grupos.
- Para o grupo 01, orientem para fazer um círculo e distribuam 05 bexigas, peçam para que encham e em seguida eles devem escrever nos balões valores que a família ensina para os filhos.
- Para o grupo 02, orientem para fazer um círculo e distribuam 05 bexigas, peçam para que encham e em seguida eles devem escrever nos balões o que os colegas dizem para que eles façam.
- Depois, o grupo 01 deve fazer um círculo que não deixe brecha. Os balões devem ficar dentro do círculo e os componentes vão defender seus valores, não deixando que pessoas do grupo 02 penetrem e/ou coloquem outras bexigas com outros valores.
- O grupo 02 deve fazer um círculo ao redor do grupo 01. Seu objetivo é romper o círculo do grupo 01 e colocar outras bexigas com valores diferentes.
- Depois da realização dessa atividade, perguntem:
O que podemos tirar de lição com esta atividade?
Como foi o ataque e a defesa dos dois grupos?
Quais as dificuldades para defender os valores?
Como o grupo 01 se sentiu pressionado pelo grupo 02?
- Depois, peçam para que eles leiam quais os valores do grupo 01(família) e do grupo 02(amigos).
- Para finalizar, enfatizem a importância do tempo que os pais precisam ter para dialogar com seus filhos, como também a importância do envolvimento do jovem crente com os trabalhos da igreja, específicos para sua faixa etária.

Por Sulamita Macedo.

Texto de Reflexão: Aos Pais


Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
- Papai! Quanto o Sr. Ganha por hora?
O pai, num gesto severo, respondeu:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe! Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora
- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
- Filho, está dormindo?
- Não papai! (respondeu o sonolento garoto)
- Olha aqui está o dinheiro que me pediu, um real.
- Muito obrigado, papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama).
- Agora já completei, Papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
Autoria desconhecida.

Currículo do Ano 3 – Juvenis – O Caráter Cristão
Lição 08: Mansidão, o mesmo que submissão?

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Falem que o tema da aula será sobre a “mansidão”. Leiam Gl 5.22 e destaquem que a mansidão é parte do fruto do Espírito Santo.

- Perguntem: Mas, o que vocês entendem sobre “mansidão”?
Aguardem as respostas. Depois, apresentem o significado do dicionário Michaelis: 1 Qualidade de manso. 2 Serenidade. 3 Índole pacífica. 4 Brandura ou lentidão nas palavras ou na voz.
Manso: Que tem mansidão, brando de gênio.


- Em seguida, exibam parte de um filme sobre Moisés. Escolham partes do filme que mostram a mansidão de Moisés e façam indagações sobre os fatos apresentados.

- Trabalhem o conteúdo proposto na lição de forma participativa e contextualizada com o tipo de aluno que vocês ensinam. 

- Para finalizar, utilizem a dinâmica “Perdendo a Cabeça”

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Perdendo a Cabeça

Objetivo: Refletir sobre o exercício da mansidão e paciência.

Material: 01 bexiga para cada aluno, 01 palito de dentes.

Procedimento:
- Distribuam uma 01 bexiga vazia para cada aluno.
- Em seguida, mostrem uma bexiga cheia de ar e falem sobre a falta de paciência, mansidão que muitas pessoas apresentam. Vocês explodem com facilidade? (neste momento, estourem a bexiga com um palito).
- Depois, orientem para que cada pessoa fale sobre algo que o irrita, que faz perder cabeça de forma rápida e à medida que falarem eles devem encher a bexiga.

- Depois que todos falarem, perguntem: O que fazer para que alguém não exploda?
Aguardem as respostas.
- Depois, enfatizem sobre a importância da mansidão, da paciência diante de situações que podem provocar irritação.
- Peçam para que os alunos deem um nó na bexiga e escrevam sobre ela a palavra mansidão, paciência.

Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Jovens e Adultos - Vencendo as Aflições da Vida
Lição 07: A Divisão Espiritual no Lar

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Iniciem o estudo da lição, falando que uma das dificuldades da vida cristã é a divisão espiritual no lar. 

- Façam um levantamento deste caso com seus alunos, isto é, verifiquem se há casais mistos (parte evangélica e outra crença).

- Depois, falem que a lição vai tratar sobre este tipo de situação.

- Perguntem: Como é a convivência entre o casal neste aspecto, como também a evangelização do companheiro(a)?

- Em seguida, utilizem a dinâmica “O Laço”.

Sugiro também a  Dinâmica: E Foram Felizes para Sempre? , já postada neste blog. Utilizem apenas uma delas.

- Trabalhem os itens da lição de forma participativa e contextualize este tema com as situações familiares dos seus alunos.

- Para finalizar, façam uma oração pelas famílias dos alunos.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção,  professores da lição de Adolescentes e Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.
Os professores do Discipulado poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de Aprendiz. Procurem no marcador: Subsídio Pedagógico Discipulado I e II.

Dinâmica: O Laço

Objetivo: Refletir sobre a convivência do casal com crenças diferentes, como caminhar juntos quando um é evangélico e outro não.

Material: 01 fita com 60 cm de comprimento.

Procedimento:
- Escolham 02 alunos de preferência um casal, mas se não for possível pode ser 02 pessoas do mesmo sexo, lembrando que não há aqui nenhuma conotação de união conjugal entre pessoas do mesmo sexo, mas sobretudo uma representação de união entre duas pessoas.
- Unam o braço esquerdo de um com o braço direito do outro com a fita e façam um laço.
- Falem: Estas pessoas estão unidas pelos laços do matrimônio e possuem mesmos objetivos, formação de uma família, amar, cuidar e promover a felicidade do outro.
- Então, solicitem para que eles andem juntos pela sala na mesma direção.
- Agora, comecem a fazer vários questionamentos:
Foi possível caminhar juntos?
Como foi a decisão de qual direção para caminhar?
Tiveram a mesma ideia? Não? Quem cedeu? Por que aceitou a opinião do outro?
- Agora, peçam para que eles caminhem em direção oposta(com os braços unidos pelo laço).
Observem a ação, pois se algum deles puxar o outro do com força, pode machucar o companheiro.
- Depois, continuem com outros questionamentos:
Houve condição de caminhar juntos?
O que acontece quando há discordância entre o casal, isto é, os cônjuges não estão na mesma direção?
Como caminhar juntos nesta condição?
Há consentimento mútuo para conviver juntos? De que forma? Há liberdade de professar a fé?
- Para finalizar, apresentem quais as condições do laço permanecer firme ou desfeito, segundo a Bíblia. Leiam I Co 7. 12 a 16. À medida que a leitura bíblica for realizada, apertem o laço e depois desfaçam o laço. Depois, enfatizem a importância da união conjugal com respeito e compreensão de ambas as partes.

Por Sulamita Macedo.