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terça-feira, 25 de março de 2014

Dinâmica: O Exemplo de Moisés(versão 2)

Objetivo: Refletir sobre o legado de Moisés, o líder do Êxodo.
Material:
01 espelho limpo
01 espelho embaçado(sujo)
01 flanela
01 limpador de espelho
Procedimento:
- Falem: Vivenciamos a liderança no nosso cotidiano, quer seja na família, na igreja, no trabalho e dessa forma observamos posturas diferentes de lideres.  Esta lição enfatiza o exemplo do profeta Moisés para todos nós.
- Apresentem os dois espelhos(o limpo e o embaçado) e peçam para que os alunos observem cada um deles. Depois eles devem falar sobre o tipo de imagem refletida.
- Perguntem: Qual espelho representa melhor a imagem de Moisés. Por quê?
- Depois, falem que Josué, sucessor de Moisés, apresentou excelentes qualidades para substituí-lo, refletindo a imagem do seu mestre, por ter aprendido pelo exemplo.
- Pequem os dois espelhos e falem:
O que nossos lideres estão refletindo?
O que estamos refletindo, como lideres?
- Agora, pequem o espelho embaçado e perguntem:
Como limpar o espelho do exemplo para os liderados?
Aguardem as respostas e depois limpem o espelho.
- Enfatizem os pontos do legado de Moisés para a liderança atual e como os princípios dessa liderança podem ser absorvidos ou melhorados nas nossas ações.
Por Sulamita Macedo.


Indicação de Leitura

Para a lição de Juvenis - Currículo do Ano 2: A História da Igreja
Lição 13: As Igrejas Hoje

História das Assembleias de Deus no Brasil

Como Tudo Começou
Enquanto o avivamento pentecostal expandia-se e dominava a vida religiosa de Chicago, na cidade de South Bend, no Estado de Indiana, que fica a cem quilômetros de Chicago, morava um pastor batista que se chamava Gunnar Vingren. Atraído pelos acontecimentos do avivamento de Chicago, o jovem foi a essa cidade a fim de saber o que realmente estava acontecendo ali. Diante da demonstração do poder divino, ele creu e foi batizado com o Espírito Santo.
Pouco tempo depois, Gunnar Vingren participou de uma convenção de igrejas batistas, em Chicago. Essas igrejas aceitaram o Movimento Pentecostal. Ali ele conheceu outro jovem sueco que se chamava Daniel Berg. Esse jovem também fora batizado com Espírito Santo. Ambos eram de origem sueca e membros da igreja batista em seu país, havendo emigrado para a América em épocas diferentes. Ali, não somente tomaram conhecimento do avivamento pentecostal, mas receberam-no individualmente de modo glorioso. 
Posteriormente, já amigos e buscando juntos ao Senhor, receberam Dele a chamada missionária para o Brasil. Através de uma revelação divina, o lugar tinha sido mencionado: Pará. Nenhum dos presentes conhecia aquela localidade. Após a oração, os jovens foram a uma biblioteca à procura de um mapa que lhes indicasse onde o Pará estava localizado. Foi quando descobriram que se tratava de um estado do Norte do Brasil. Era uma chamada de fé, pois para eles, era um lugar totalmente desconhecido.

Rumo ao Brasil
Gunnar Vingren e Daniel Berg despediram-se da igreja e dos irmãos em Chicago. A igreja levantou uma coleta para auxiliar os missionários que partiam. A quantia que lhes foi entregue só deu para a compra de duas passagens até nova Iorque. Quando lá chegassem, eles não saberiam como conseguir dinheiro para comprar mais duas passagens até o Pará. Porém, esse detalhe não os abalou em nada, nem os deteve em Chicago à espera de mais recursos. Tinham convicção de que haviam sido convocados por Deus. Portanto, era da total responsabilidade de Deus fazer com que os recursos materiais inexistentes necessários à viagem surgissem.

Chegaram à grande metrópole, Nova Iorque, sem conhecer ninguém, e sem dinheiro para continuar a viagem. Os dois missionários caminhavam por uma das ruas da cidade, quando encontraram um negociante que conhecia o jovem Gunnar. Na noite anterior, enquanto em oração, aquele negociante sentira que devia certa quantia ao irmão Vingren. Pela manhã, aquele homem colocou a referida importância em um envelope para mandá-la pelo correio, mas enquanto estava caminhando para executar aquela tarefa, viu os dois enviados do Senhor surgirem à sua frente. Surpreso ao ver a maneira especial como Deus trabalhava, o comerciante contou-lhes sua experiência e entregou-lhe o envelope. Quando o irmão Vingren abriu o envelope, encontrou dentro dele 90 dólares - exatamente o preço de duas passagens até o Pará.
Assim, no dia 5 de novembro de 1910, os missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren deixaram Nova Iorque abordo do navio "CleMent" com destino à Belém do Pará. No início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de origem protestante e do valoroso trabalho de missionários de igrejas evangélicas tradicionais, nosso país era quase que totalmente católico.

A Chegada de Gunnar Vingren e Daniel Berg no Brasil
No dia 19 de novembro de 1910, em um dia de sol causticante, os dois missionários desembarcaram em Belém. Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram a Belém, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até social do Brasil.
Não possuíam eles amigos ou conhecidos na cidade de Belém. Não traziam endereço de alguém que os acolhessem ou orientasse. Carregando suas malas, enveredaram por uma rua. Ao alcançarem uma praça, sentaram-se em um banco para descansar; e aí fizeram a primeira oração em terras brasileiras. Seguindo a indicação de alguns passageiros com os quais viajaram, os missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg hospedaram-se num modesto hotel, cuja diária completa era de oito mil réis. Em uma das mesas do hotel, o irmão Vingren encontrou um jornal que tinha o endereço do pastor metodista Justus Nelson. No dia seguinte, foram procurá-lo, e contaram-lhe como Deus os tinha enviado como missionários para aquela cidade. Como Daniel Berg e Gunnar Vingren estivessem até aquele momento ligados à Igreja Batista na América (as igrejas que aceitavam o avivamento permaneciam com o mesmo nome), Justus Nelson os acompanhou à Igreja Batista, em Belém, e os apresentou ao responsável pelo trabalho, pastor Raimundo Nobre. E, assim, os missionários passaram a morar nas dependências da igreja. Alguns dias depois, Adriano Nobre, que pertencia à igreja presbiteriana e morava nas ilhas, foi a Belém em visita ao primo Raimundo Nobre. Este apresentou os missionários a Adriano, que imediatamente mostrou-se interessado em ajudá-los a aprender falar o português.
Passado um determinado tempo eles já podiam falar português. Vingren continuou a estudar a língua, enquanto Daniel trabalhava como fundidor. Passado algum tempo, Berg começou a dedicar-se ao trabalho de colportagem.

O Movimento Pentecostal Começa a Queimar os Corações Brasileiros
Os jovens missionários tinham o coração avivado pelo Espírito Santo, e oravam de dia e de noite. Oravam sem cessar. Esse fato chamou a atenção de alguns membros da igreja, que passaram a censurá-los, considerando-os fanáticos por dedicarem tanto tempo à oração. Mas isso não os abalou. Com desenvoltura e eloquência, continuaram a pregar a salvação em Cristo Jesus e o batismo com o Espírito Santo, sempre alicerçados na Escrituras. Todavia, como resultado daquelas orações, alguns membros daquela Igreja Batista creram nas verdades do Evangelho completo que os missionários anunciavam. Os primeiros a declararem publicamente sua crença nas promessas divinas foram as irmãs Celina Albuquerque e Maria Nazaré. Elas não somente creram, mas resolveram permanecer em oração até que Deus as batizasse com Espírito Santo conforme o que está registrado em Atos 2.39.
Numa quinta-feira, uma hora da manhã de dois de junho de 1911, na Rua Siqueira Mendes, 67, na cidade de Belém, Celina de Albuquerque, enquanto orava, foi batizada com o Espírito Santo. Após o batismo daquela irmã começaria a luta acirrada. Na Igreja Batista alguns creram, porém outros não se predispuseram sequer a compreender a doutrina do Espírito Santo. Portanto, dois partidos estavam criados.
Devido a este movimento pentecostal, Daniel Berg e Gunnar Vingren e mais 17 simpatizantes foram expulsos daquela Igreja Batista, no dia 13 de junho de 1911. Na mesma noite da expulsão, ao chegarem a casa da irmã Celina, na Rua Siqueira Mendes, 67, os irmãos resolveram passar a se congregar ali, o que normalmente foi feito pelo espaço de mais ou menos três meses, com cultos dirigidos pelo missionário Vingren e pelo irmão Plácido. Daniel Berg pouco falava por ainda estar atrasado no aprendizado da língua.

A Fundação da Primeira Assembléia de Deus
Assim surgiu a necessidade de que o trabalho fosse organizado como igreja, o que se deu a 18 de junho de 1911, quando por deliberação unânime, foi fundada a Assembleia de Deus no Brasil, tendo em Daniel Berg e Gunnar Vingren os primeiros orientadores.
O termo Assembleia de Deus dado a denominação não tem uma origem definida entre nós, entretanto sugere-se estar ligado as Igrejas que na América do Norte professam a mesma doutrina e recebem a designação de Assembléia de Deus ou Igreja Pentecostal. Sobre a questão, é aceitável o seguinte testemunho do irmão Manoel Rodrigues: "Estou perfeitamente lembrado da primeira vez que se tocou neste assunto. Tínhamos saído de um culto na Vila Coroa. Estávamos na parada do bonde Bemal do Couto, canto com a Santa Casa de Misericórdia. O irmão Vingren perguntou-nos que nome deveria dar-se a Igreja, explicando que na América do Norte usavam o termo Assembleia de Deus ou Igreja Pentecostal. Todos os presentes concordaram em que deveria ser Assembléia de Deus. Em 11 de Janeiro de 1968 a denominação foi registrada oficialmente como pessoa jurídica. Com o nome de Assembleia de Deus.



As Perseguições
A fundação da Assembleia de Deus repercutia profundamente entre as várias denominações. O medo que a Assembleia de Deus viesse a absorver as demais denominações fez com que estas se unissem para combater o movimento Pentecostal.
No ano de 1911, em Belém, alguns dispuseram-se a combater o Movimento Pentecostal em seu nascedouro. Para alcançarem esse intento, não escolhiam os meios: calúnia, intriga, delação e até agressão física. Tudo era válido. Chegaram, inclusive, a levar aos jornais a denúncia de que os pentecostais eram uma seita perigosa, tendo com prática o exorcismo. Enfim, alarmaram a população. A matéria no jornal A Folha do Norte, todavia, acabou por atrair numerosas pessoas para os cultos da nova igreja. Não poderia haver propaganda melhor.

A Chegada em São Paulo
Em 15 de novembro de 1927, por direção divina, chegava na capital de São Paulo o abençoado casal Daniel Berg e sua esposa Sara, para aqui semearem a boa semente do evangelho de Jesus. O primeiro culto nesta cidade foi realizado na mesma data em uma casa alugada na Vila Carrão, um bairro distante do centro da cidade. Este culto teve a participação do casal de missionários suecos, Simon Lundgren e Linnea Lundgren, e é a data oficial da fundação da igreja.
Orando muito, eles prosseguiam com as reuniões. Porém, aos poucos, a vizinhança começou a tomar conhecimento dos cultos. Certo dia, quando estavam orando e cantando, uma senhora bateu à porta e convidaram-na para entrar. Perguntou-lhes se eram crentes, e eles responderam afirmativamente. Esta mulher contou-lhes que havia se convertido na Assembleia de Deus de Maceió, vindo depois para São Paulo. Em sua casa, vinha por muito tempo, com lágrimas, pedindo ao Senhor Jesus para que enviasse um servo seu para desenvolver a sua obra na cidade de São Paulo. O casal Berg compreendeu imediatamente que fora pelas orações desta irmã que o Senhor lhes enviara à capital paulista. Na família da mesma, haviam pessoas que estavam sedentas de salvação, que aceitaram o Evangelho com muita alegria. Muitos vizinhos começaram também a participar das reuniões, recebendo de bom grado a Palavra do Senhor e a Cristo como seu Salvador.


segunda-feira, 17 de março de 2014

Jovens e Adultos: Uma Jornada de Fé – A Formação do povo de Israel e sua herança espiritual
Lição 12: A Consagração dos Sacerdotes

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 – Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
3 – Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição 12.
7 - Falem: A lição de hoje tem como título “A Consagração dos Sacerdotes”.
8 - Trabalhem o conteúdo da lição de foram participativa e de forma contextualizada, vejam esta sugestão:
- Apresentem figuras, tais como:



- Quando vocês falarem sobre os elementos para a consagração dos sacerdotes, arrumem sobre uma mesa: água, azeite, figura de carneiros, pães num cesto.
- Para exemplificar o item III, utilizem a dinâmica “O Caminho” ou "O Peso do Pecado".
- Para finalizar a aula, leiam o texto "Quem tem o Filho tem tudo". 
Observação: Vejam abaixo uma sugestão para a finalização do trimestre.        
Tenham uma excelente e produtiva aula!
                                                                                                                                        Dinâmica: O Caminho
Objetivo: Demonstrar a religação do homem com Deus, através do sacrifício de Jesus.
Material: 4 folhas de papel ofício, cola branca, pincel atômico, durex colorido(vermelho)

Procedimento:
- Colem 4 folhas de papel ofício, formando um caminho e escreva, em um lado, o versículo: “Mas agora em Cristo Jesus , vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto” (Efésios 2.13).
- Apresentem para os alunos este caminho sem mostrar o versículo, dizendo que o homem tinha livre acesso a Deus, porém este caminho foi destruído por causa do pecado( nesse momento rasgue o caminho, simbolizando o caminho destruído).
- Entreguem os pedaços para os alunos e peça para que eles colem as partes, com durex colorido vermelho. Ao terminarem, falam que somente através do sangue de Jesus o caminho pode ser restaurado, através de um único sacrifício de Cristo na cruz( o durex colorido representará o sangue).
- Então, apresentem o lado do caminho que contém o versículo(Ef 2.13) para que todos possam ler.
- Concluam, lendo: “ Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).
Autor: desconhecido.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

Dinâmica: O Peso do Pecado
Objetivo: Demonstrar os efeitos do pecado e a liberdade que Jesus nos dá através do perdão na sua morte expiatória.
 Material: 01 objeto pesado ou uma fruta grande (melancia ou jaca).
Procedimento:
- Falem sobre o pecado e suas consequências, do fardo que o homem carrega quando peca.
- Escolham um aluno e solicitem que fique em pé na frente da turma.
- Entreguem o objeto ou a fruta para este aluno e continuem falando sobre o pecado e suas consequências.
- Depois de um certo tempo, perguntem para o aluno: Está incomodado? Está pesado?
Certamente o aluno responderá que está incomodado com o peso que está segurando.
- Falem que há uma solução para isto. Então leiam João 1.29: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, enfatizando a palavra TIRA e nesse momento retirem o objeto ou a fruta das mãos do aluno e coloquem sobre uma mesa ou cadeira.
- Perguntem para o aluno: Como está se sentindo agora?
Falem que só Jesus pode nos perdoar, livrando-nos do fardo do pecado.
- Leiam ainda Mateus 11.28 a 30.
- Concluam, afirmando que Jesus nos concede o perdão, mas o pecador deve reconhecer que pecou, confessar suas culpas através da oração e abandonar o pecado.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.


Texto de Reflexão: Quem tem o Filho tem tudo
                Dizem que o rico inglês barão Fitzgerald tinha apenas um filho. No início da adolescência do menino, sua mãe morreu. Tragicamente, no final da adolescência, o menino também veio a falecer.
                Nesse meio tempo, o patrimônio de Fitzgerald aumentou muito com a aquisição de obras de arte dos maiores mestres da Europa. Antes da sua morte, Fitzgerald deixou instruções explícitas para que se fizesse um leilão no qual toda sua coleção de obras de fosse vendida. Uma grande multidão de potenciais compradores se reuniu. Entre eles estavam muitos curadores de museus conhecidos e colecionadores particulares ansiosos para darem seus lances.
                As obras de arte foram exibidas para o público antes do início do leilão. Entre as pinturas estava uma que recebeu pouca atenção. Ela era de baixa qualidade e havia sido pintada por um artista local desconhecido. Acontece que se tratava de um retrato de um único filho de Fitzgerald.
                Quando o leilão começou, o leiloeiro leu o testamento de Fitzgerald que instruía claramente que a primeira pintura a ser vendida deveria ser a do “meu amado filho”. Por causa da sua má qualidade, a pintura não recebeu nenhum lance – exceto um.  A pessoa que deu o lance era o antigo empregado que havia ajudado a criar o menino e que o havia amado ternamente. Por menos de um a libra, ele comprou a pintura.
                A essa altura, o leiloeiro interrompeu o leilão e pediu ao advogado que lesse o testamento novamente. A multidão se alvoroçou enquanto ele lia. “Aquele que comprar esta pintura de meu filho, ficará com toda a minha coleção de arte – leilão está encerrado!”
                Cristo: Sem Ele você não tem nada. Mas com Ele, você tem o melhor de dois mundos: este e aquele que está por vir. Quem tem o filho tem tudo.
Fonte: A Palavra para Hoje – UCB Brasil: 13.01.2011.

Atividade para a conclusão do trimestre:


Dinâmica: Saindo do Egito
Objetivo:
Finalizar o estudo sobre o Êxodo.
Material:
02 correntes feitas com papel
Figuras: 01 cordeiro, Tabernáculo, Sacerdote, Travessia do Mar Vermelho, Tábuas da Lei
01 pão de mel para cada aluno, que vocês encontram nas lojas de baganas, pacotes com 10 ou se preferir, um bolo de mel. Sivam em saquinhos ou envolvidos em guardanapos.
Procedimento:
- Falem: Vamos fazer um breve resumo para o encerramento do trimestre, tomando partes principais da história do Êxodo e do povo de Israel relacionando-a com a vida cristã.
- Coloquem todas as figuras num quadro e à medida que vocês foram falando as orientações a seguir vocês apontem para estas figuras.
- Escolham um aluno falem que ele vai representar o povo de Israel escravo de Faraó, no Egito. Para tanto, coloquem uma corrente feita de papel nos braços e pernas para simbolizar a escravidão.
Neste momento falem sobre a forma de vida que tinha o povo quando escravo.
- Falem:
O homem, antes de pecar, gozava da comunhão com Deus. Mas, quando o homem pecou, o pecado o separou de Deus. Tornando-se preso ao pecado e as garras do Diabo.
- Coloquem as correntes nas mãos de outro aluno, demonstrando a humanidade presa ao pecado.
- Leiam “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado”(Rm 8.34).
- Em seguida, falem da providência divina, chamando Moisés para libertar o povo do jugo de Faraó, a interferência divina e persistência de Faraó em não libertar o povo.
- Depois, falem: Deus, com seu grande amor, providenciou uma forma de resgatar os homens e as mulheres, enviando Seu filho, Jesus Cristo, para que morresse e salvasse a humanidade, libertando-a do pecado e das garras de Satanás.
- Leiam “Porque Deus amou o mundo de uma tal maneira, que deu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(Jo 3.16).
- Depois, leiam “Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”(Jo 8.36).
- Nesse momento, o aluno deve retirar com força as correntes e demonstrar alegria.
- Leiam, também: “Estai pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão”(Gl 5.1).
- Falem: O povo de Israel foi liberto, através da providência divina, depois das 10 pragas. Nesse momento, o aluno deve retirar com força as correntes e demonstrar alegria.
- Falem: No Egito, a atitude de Faraó em não deixar o povo partir e adorar ao Senhor, também nos remete as dificuldades e empecilhos que encontramos para servir ao Senhor.
- Falem: O povo de Israel entre a 9ª e a 10ª praga, celebraram a páscoa, com um cordeiro, pães asmos e ervas amargosas.   O cordeiro pascal nos remete ao sacrífico de Jesus que foi sacrificado por nós.  “Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado” 1 Coríntios 5:7.
- Falem:
A travessia do Mar Vermelho e as dificuldades que tiveram na peregrinação no deserto, nos remete as dificuldades do caminhar cristão, mas na certeza da providência divina  relatada na história do povo hebreu.
Uma das dificuldades enfrentadas foi a falta de água(neste momento, distribuam os copos descartáveis sem água e continuem falando sobre a murmuração. Falem também sobre a comida diária: pão, carne.
Depois, enfatizem que Deus não desprezou o povo no deserto, mas providenciou comida, água boa para beber e um oásis no deserto. Assim também nós devemos confiar em Deus, que conhece nossa necessidade.

- Perguntem: E a água, vocês desejam? Aguardem um pouco.
- Falem: Eles receberam os Dez Mandamentos e as Leis Civis para ter uma forma legítima de como agir diante de Deus e do próximo. Nós também temos a palavra de Deus como luz para o caminho e valores do Reino.
- Falem sobre o Tabernáculo, lugar de sacrifícios e da presença de Deus. Deus escolheu Arão e seus filhos para o sacerdócio para servir no Tabernáculo.
- Declarem o que está escrito em Hebreus 10:11-12, sobre o sacrifício de Jesus: “E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus”.
- Falem: Hoje, somos tabernáculos de Deus, pois temos o Espírito Santo que mora e está em nós. Somos pois  sacerdotes no Reino de Deus.
- Ao finalizar, sirvam  para os alunos  01 pão de mel.
 Mas, por que pão de mel? Para nos lembrar do maná tinha sabor de bolo de mel(Ex. 16. 31).

Por Sulamita Macedo.
Pré-adolescentes – Currículo do Ano 2: Conhecendo melhor a si mesmo e os outros
Lição 12: Duvidar, por quê?

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo do tema.
- Falem: A lição de hoje tem como título “Duvidar, por quê?
- Depois, utilizem a dinâmica “Vestindo a Camisa”.
- Em seguida, trabalhem os pontos levantados na lição. Procurem buscar a participação dos alunos durante a aula.
Observação: Vejam abaixo uma sugestão para a finalização do trimestre.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Vestindo a Camisa
Objetivo: Refletir sobre a confiança em Deus.
Material: 01 folha de papel ofício para cada aluno.
Procedimento:
- Entreguem para cada aluno 01 folha de papel ofício.
- Solicitem aos alunos que façam um barco, utilizando a técnica da dobradura (aquela que fazíamos costumeiramente quando criança, lembram?).
Aguardem que todos terminem e ajudem alguns que se esqueceram de como fazer.
- Falem: Quando aceitamos a Cristo, entramos no barco do Reino de Deus. Temos Jesus como nosso guia. Leiam Mt 8.23. Às vezes, o mar está calmo, mas há momentos de tormentas, de dificuldades, pensamos até que vamos naufragar. Leiam Mt 8. 24.
- Há momentos de dificuldades e o barco da nossa vida pode sofrer danos. Solicitem aos alunos que retirem a extremidade da direita e da esquerda do barco, rasgando as duas pontas. Depois, retirem também a extremidade da vela.
- Continuem, falando: Apesar das dificuldades, não naufragamos porque Cristo está conosco.
- Leiam Mt 8. 25 a 27.
"E os seus discípulos, aproximando-se o despertaram, dizendo: Senhor salva-nos, que perecemos. E ele disse-lhes: Por que temeis, homens de pouca fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança. E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecessem?".
- Apesar das avarias do barco (apontem para as extremidades retiradas), Cristo é nosso socorro; estamos no barco, porque somos integrantes do Reino, decidimos “Vestir a Camisa” do Reino de Deus.
- Perguntem: O que significa “Vestir a Camisa”?
Certamente as respostas terão o seguinte teor: ter compromisso, apresentar dedicação, estar motivado, confiar em Deus em Sua Palavra.
- Agora, solicitem aos alunos que abram a dobradura do barco. O que eles verão? Uma camisa!
A folha deve ficar dobrada ao meio, não abrir a folha completamente!
- Falem: Quem entra no Reino, precisa “Vestir a Camisa”, isto significa está comprometido com a Palavra de Deus, com os valores do Reino.
- Finalizem, lendo: O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio”(Salmo 18:2).
Ideia original de transformar a dobradura do barco em camisa: desconhecida.
Elaboração da dinâmica: Sulamita Macedo.

Atividade para a conclusão do trimestre:
- Pedir aos alunos para trazer no próximo domingo uma foto deles quando criança.
- No dia da conclusão do trimestre(13ª lição):
Desenhar o contorno de um menino e de uma menina sobre uma folha de papel madeira, para tanto peçam para que um menino deite-se sobre a folha e outro colega faz o contorno do corpo com um lápis hidrocor.  As meninas farão o mesmo procedimento.
Falem: Neste trimestre, estudamos vários assuntos sobre o conhecimento de si mesmo e também dos outros que nos relacionamos.
Peçam para que os alunos apresentem suas fotos de criança e falem que hoje eles são adolescentes que estão passando por uma série de mudanças corporais e psicológicas. Mostrem um espelho e peçam para que se olhem e falem sobre o que estão vendo(características corporais). Observem as mudanças ocorridas e falem sobre elas.  
As características dessa fase da vida nós estudamos na lição 01. Vejam estas características na página 6 da lição 01 e na lição 03 e escrevam nos desenhos do menino e da menina de acordo com seu tipo. Falem sobre a importância da auto estima nesta fase(lição 7). Falem sobre a ansiedade(lição11)
Várias coisas  inadequadas podem ser oferecidas a vocês(vejam lição 02), mas observem a orientação da Palavra de Deus. Estas coisas devem ser escritas fora do corpo do aluno e a “Palavra de Deus” deve ser escrita dentro do corpo do menino e da menina. Lembrem que eles devem influenciar positivamente os colegas e não se deixar influenciar negativamente por eles(lição 6). Recomendem a importância de boas amizades(lição 8) e da obediência aos pais e a Palavra de Deus(lição 9), além da  confiança em Deus e na Sua Palavra(lição 12).  A importância da família deles(lição 10)
Estudamos também sobre o cuidado com a aquilo que falamos e com as atitudes. Isto nos fala de controle pessoal que estudamos na lição 04.
Mencionem as características dos temperamentos e escrevam dentro do menino e da menina. Reforcem que os pontos positivos devem ser alimentados, mas os negativos devem ser melhorados.(lição 5). Para finalizar falem que o corpo deles é morada de Deus.

Por Sulamita Macedo.
Adolescentes - Currículo do Ano 2: Conselhos para o dia a dia
Lição 12: Fuja da Contenda!

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 - Antes de falar sobre o tema da aula, perguntem para os alunos:
- Agora, falem que o tema da aula será sobre como fugir da contenda.
- Em seguida, utilizem a dinâmica “Foi a Gota D’água!”
- Depois, trabalhem os pontos destacados no conteúdo da lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
Observação: Vejam abaixo uma sugestão para a finalização do trimestre.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Foi a Gota D’água!
Objetivo: Estudar sobre a contenda, suas consequências e como evitá-la.
Material:
01 copo
Água
01 bandeja.
Procedimento:
- Escrevam no quadro a expressão “Foi a Gota D’água!”
- Perguntem: O que significa esta expressão?
Aguardem as respostas.
As respostas devem ser em torno de algo que faz com que alguém perca seu limite e paciência de suportar uma situação, então, há uma desestabilização emocional, havendo desencadeamento de atitudes variadas, inclusive gerando a contenda.
- Apresentem o copo com um pouco de água.
- Falem: Esta demonstração pode representar esta situação.
- Coloquem mais água no copo e falem: Vão acontecendo situações que nos causam estresse e vão se avolumando. (coloquem mais água no copo, deixando muito cheio, quase transbordando).
- Falem: Mas, uma gota d’água pode fazer o copo transbordar.(agora, coloquem um pouco de água e copo transbordará, usem a bandeja para não cair água no chão).
- Falem: Assim também acontece com agente. Às vezes uma palavra, uma cara feia, pode ser a gota d’água e desencadear uma discussão, uma contenda.
- Peçam para que pelo 02 alunos falem sobre um situação que foi a gota d’água que iniciou uma contenda.
- Falem: É sobre a contenda, suas consequências e como evitá-la, o tema da aula de hoje.
- Agora, iniciem o estudo da lição.
Por Sulamita Macedo.
Atividade para a conclusão do trimestre: 
- Falem: Neste trimestre, estudamos sobre conselhos extraídos do livro de Provérbios.
- Coloquem cada conselho, representado pelo título de cada lição, dentro de uma bexiga, encham cada bola.
Busque a Sabedoria
Obedeça aos Pais
Evite as más Companhias
Pratique a Bondade
Desvie-se do Mal
Fuja da Imoralidade!
Vença a Preguiça
Tenha cuidado com o que fala!
Aprenda a Perdoar
Como Relacionar-se com o Próximo
Seja Prudente!
Fuja da Contenda!
O Caminho para Viver
- Organizem os alunos em pé formando um círculo.
- Coloquem as bolas dentro do círculo no piso.
- Peçam para um aluno pegar uma bexiga e estoure. Procure o papel e leia para turma. Isto deve acontecer até a última bexiga.
- Solicitem para que os alunos falem sobre este conselho. Depois, vocês acrescentam outras informações.

Por Sulamita Macedo.