RSS

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Dia 26.07 – Dia da Avó e do Avô
Parabéns, para as vovós e os vovôs!


Exemplo de fé sincera e convicta da avó Lóide “Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti”(2 Timóteo 1:5).

Exemplo de afeição e carinho do avô Israel: “E Israel viu os filhos de José, e disse: Quem são estes? E José disse a seu pai: Eles são meus filhos, que Deus me tem dado aqui. E ele disse: Peço-te, traze-mos aqui, para que os abençoe. Os olhos de Israel, porém, estavam carregados de velhice, já não podia ver; e fê-los chegar a ele, e beijou-os, e abraçou-os”(Gênesis 48:8-10).

Caso vocês tenham alunos na EBD que são vovós e vovôs, neste domingo, façam uma homenagem na classe.


Sulamita Macedo.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Jovens e Adultos: Fé e Obras – Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica
Lição 04: Gerados pela Palavra da Verdade

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 – Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
3 – Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 - Agora, iniciem o estudo da lição. Observem as seguintes sugestões:
- Falem sobre o título da lição “Gerados pela Palavra da Verdade”.
- Depois, trabalhem o conteúdo da lição sempre de forma participativa e contextualizada. Dessa forma, a aprendizagem será mais significativa.
- Utilizem a dinâmica “Riqueza x Pobreza”, para refletir como deve ser a convivência entre os ricos e os pobres da Igreja.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Transformados”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Riqueza x Pobreza
Objetivos:
Refletir sobre riqueza e pobreza.
Refletir como deve ser a convivência entre os ricos e os pobres da Igreja.
Material:
01 caixa de papelão para confeccionar um dado grande
Cobrir a caixa com cartolina de cor vermelha
Digitar a palavra RICO e POBRE e fazer 03 cópias de cada
Colar no dado: 03 nomes RICO e 03 nomes POBRE, um nome em cada lado do dado
Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Apresentem o dado, mostrando as duas palavras.
- Orientem: Cada aluno vai jogar o dado para o alto e quando cair, o aluno deve falar algo que caracterize a palavra que aparece na parte de cima do dado.
- Anotem todas as características no quadro.
- Depois, que todos os alunos participarem, analisem o que eles falaram sobre as palavras RICO e POBRE. Certamente haverá diferenças bastante acentuadas entre os dois e certamente isto faz com que muitas pessoas desejem possuir recursos financeiros e bens, para que tenha uma vida mais digna.
- Agora, A riqueza material não é condenada pela Bíblia, desde que adquirida de forma honesta e adverte que o coração da pessoa não esteja nesta riqueza.
- Depois, trabalhem sobre como deve ser a convivência entre os ricos e os pobres dentro da Igreja.
Por Sulamita Macedo.

Dinâmica: Transformados
Objetivo: Refletir sobre a transformação que ocorre na vida daquele que recebe a salvação.
Material:
01 porção de milho de pipoca
01 porção de pipoca
Alguns piruás(grãos que não estouraram)
01 porção de óleo
01 cópia do texto “Milho de pipoca”(ver no procedimento)
Procedimento:
- Trabalhem sobre o tema da transformação que ocorre na vida da pessoa que passa pelo Novo Nascimento.
- Apresentem para os alunos uma porção de milho de pipoca e outra de pipoca.
- Perguntem: Vocês fazem ideia o que acontece com o milho para que ele se transforme em pipoca?
Aguardem as respostas. Certamente os alunos vão falar que após colocar o milho numa panela com óleo e com ação do fogo os grãos estouram.
- Falem: Este processo de transformação do grão duro em pipoca macia pode ser comparado ao estado de mudança que ocorre na vida de quem goza da salvação, libertando-se da casca dura do pecado, que o aprisionava para uma vida de alegria na presença de Deus, com ações e pensamentos mudados, pois foi gerado de novo pela Palavra da Verdade.
- Distribuam o texto “Milho de Pipoca” para cada aluno e leiam.
Milho de Pipoca
             Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e de uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é melhor. Mas, de repente, vem o fogo.
            O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, um filho, o pai, a mãe, o emprego ou ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, dentro da panela fechada, cada vez mais quente, pense que chegou a sua hora: vai morrer.
            Dentro da sua casca dura, fechada em si mesma, não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo do que é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como outra coisa completamente diferente, algo que nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, recusam-se a mudar. A presunção e o medo são a casa dura do milho que não estoura.  No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria a ninguém.
Autor: Rubem Alves.
- Depois, apresentem o piruá, aquele grão que não estourou.
- Falem: Este grão é semelhante às pessoas que não aceitam a salvação e, dessa forma, não passam pelo processo de transformação, o Novo Nascimento.
- Agora, falem sobre:
O óleo e o fogo, símbolos do Espírito Santo, podem representar a atuação dEle na vida da pessoa que recebe a salvação.
O barulho pode representar a alegria da transformação.
- Para concluir, falem: Sendo, pois, nós transformados mediante a ação do Espírito Santo e gerados em Cristo pela Palavra, tanto o rico como o pobre, com a nova posição de filhos de Deus, devem compreender que são iguais perante Ele, independente da condição econômica e social que possuam, convivendo com equilíbrio.
Por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico
Participação do aluno na aula da EBD
Um novo olhar para uma velha questão
A participação do aluno no processo de ensino e aprendizagem é condição fundamental para que haja construção do conhecimento, sendo então necessária a tomada de decisão por parte do docente para que proporcione ao aluno, formas diferentes de participar do ato de aprender.
            Neste texto, tecerei algumas considerações especificamente sobre a participação do aluno nas aulas da EBD(Escola Bíblica Dominical).
            Geralmente, as aulas da EBD são ministradas através do método expositivo, isto é, o professor transmite o saber e os alunos escutam... escutam... de forma passiva aquilo que o professor deseja transmitir, sem promover de fato a participação dos discentes no processo.
Reconheço que é quase impossível fugir da aula expositiva. Como assim? Então, parece um contrassenso escrever este texto, não é? Mas, vejamos os caminhos para melhorar este quadro. Este método, quer queira ou não, é utilizado de forma frequente, mas há possibilidades de utilizá-lo com criatividade.
A unilateralidade do ensino centrado no professor é um dos pontos negativos mais agravantes deste método. Sendo assim, é possível modificar esta situação, agregando a ele outros métodos e recursos para potencializar o ensino e a aprendizagem, oportunizando ao aluno uma participação ativa.
Promover experiência participativa nas aulas requer inicialmente tomada de consciência por parte do professor da importância deste ato para a aprendizagem, ou melhor, mudança de paradigma da aula de Escola Dominical, tradicionalmente e historicamente executada de forma não participativa.
Romper com a cultura da não participação, do silêncio e da imobilidade requer questionamento da prática docente e de resultados. É um ato desafiante, individual e até provocativo, pois nem todos que compõem o corpo docente vão aderir a este modo participativo de ministrar aulas na EBD, criticando até seu modo de ensinar.
Afinal, quais as possibilidades de participação dos alunos na aula da EBD? Já foi dito anteriormente, que há necessidade e possibilidade de agregar outros métodos e recursos de ensino à aula expositiva. Veja alguns exemplos:
- Trabalhar com projetos;
- Divisão de grupos;
- Debates;
- Encenação, esquete;
- Perguntas e respostas;
- Estudo de caso;
- Dinâmicas;
- Oportunizar o aluno para fazer perguntas, tirando dúvidas;
- Realizar leitura individual e compartilhada de versículos e outros textos;
- Depoimentos dos alunos, relatos de experiências;
Concluindo, desejo aqui ainda me reportar ao que já escutei, quando alguém é questionando quanto ao modo de ensinar sem participação dos alunos, ao dizer: “Mas sempre foi assim!”. Sempre foi assim e você considera que está dando certo? Certo para quem? Fácil para quem? Sempre foi assim porque alguém ainda não rompeu com o modelo que vem sendo copiado ao longo dos anos, mas que precisa ser reinventado, pois não cabe mais este modelo para os ideais de um ensino participativo, que promove aumento da retenção da aprendizagem da Palavra de Deus, forma o caráter cristão e transforma vidas.  Não é difícil de executar, difícil é iniciar, pois há quebra de padrões estabelecidos. Comece por você e contagie seus colegas!

Por Sulamita Macedo.
Pré-adolescentes – Currículo do Ano 2: Descobrindo meus Direitos e Deveres
Lição 04: Melhor que o ouro

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Falem: A lição de hoje tem como tema os direitos dos adolescentes quanto ao atendimento a saúde.
- Iniciem o estudo do tema através da dinâmica “O Exemplo de Salomão”
- Depois, escrevam no quadro: Sabedoria Divina e Sabedoria Humana.
Reflitam com os alunos sobre a diferença entre elas, como se consegue cada uma e quais atitudes são geradas por estes tipos de sabedoria.
Enfatizem a importância da sabedoria que vem de Deus no aspecto espiritual, sentimental, emocional e relacional.
 - Depois, trabalhem os demais conteúdos da lição sempre de forma participativa e contextualizada. Dessa forma, a aprendizagem será mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Exemplo de Salomão
Objetivo: Iniciar o estudo sobre a sabedoria que vem do alto.
Material:
01 caixa
Nome SABEDORIA digitado
01 folha de papel laminado dourado
01 pincel atômico ou um marcador para quadro branco
01 cartolina ou um quadro branco
Organizar o material da seguinte forma:
Colar o nome SABEDORIA fora da caixa, que fique bem visível
Cortar o papel laminado dourado em pedaços pequenos(8cm x 5cm) e escrever a palavra SABEDORIA em cada recorte e colocá-los dentro da caixa
Procedimento:
- Comecem lendo I Reis 3. 9 a 12:
“A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo?
E esta palavra pareceu boa aos olhos do Senhor, de que Salomão pedisse isso.
E disse-lhe Deus: Porquanto pediste isso, e não pediste para ti muitos dias, nem pediste para ti riquezas, nem pediste a vida de teus inimigos; mas pediste para ti entendimento, para discernires o que é justo;
Eis que fiz segundo as tuas palavras; eis que te dei um coração tão sábio e entendido, que antes de ti igual não houve, e depois de ti igual não se levantará”.
- Falem: Já conhecemos a história de Salomão quanto a um pedido dele a Deus. Mas o que ele pediu? O que ele recebeu?
Aguardem as respostas.
- Em seguida, peguem a caixa com o nome “Sabedoria”, entreguem para um aluno. Peçam para que ele fique em pé diante da turma.
- Depois, peçam para outro aluno ler Tg 1.5: E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada”.
- Quando o aluno estiver lendo a parte do versículo “...peça a Deus...”, apontem para o aluno que está com a caixa.
Aguardem que os alunos peçam sabedoria, o aluno que está com caixa deve distribuir “sabedoria” apenas para quem pediu. Se ninguém percebeu que deve pedir, o versículo deve ser lido novamente, até que pelo menos alguns peçam.
- Falem: Salomão fez um pedido sábio, vocês também! A sabedoria que vem de Deus é preciosa, como ouro(apontem para o papel laminado dourado).
- Para finalizar, falem: É sobre esta sabedoria que vamos estudar na aula de hoje.
Por Sulamita Macedo.
Adolescentes - Currículo do Ano 2: Vivendo em Família
Lição 04: Mas eu nasci assim...

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
 6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Iniciem o estudo da lição, afirmando que há 04 tipos de temperamentos: Sanguíneo, Colérico, Melancólico e Fleumático. Coloquem estes nomes no quadro ou cartolina.


- Em seguida, leiam a seguinte história:
“Os quatro temperamentos foram amarrados dentro de um saco. Depois de tanta luta conseguiram sair. O primeiro foi o colérico cheio de ira, querendo saber quem tinha feito isso com ele (todo cheio de razão), o segundo foi o melancólico todo cabisbaixo achando que o culpado de todos estarem presos era ele (sempre se culpando), logo atrás vem o sanguíneo todo serelepe, cantando e dançando dando graças a Deus por estar solto (super feliz), e por último o fleumático que quando saiu, logo viu o saco no chão e pensou com ele mesmo: “Por que não? Ajeitou o saco e dormiu”. (autoria desconhecida).
- Falem: Aqui neste pequeno texto, há características dos 04 tipos de temperamentos. Em qual deles você se encaixa? Qual o seu temperamento?
- Sugiro que vocês oportunizem aos alunos a realização do teste para descobrir qual o temperamento predominante no aluno, lembrando-lhes que sempre há a mistura de dois ou três deles em uma pessoa.
Façam cópias dos tipos de temperamentos contidos na lição do mestre, na página 26, e trabalhem as características com os alunos. Se não souberem o significado de alguma palavra, procurem no dicionário.
Indico ainda alguns sites, nos quais vocês encontrarão outros modelos de teste.
www.artigonal.com /como-e-seu-temperamento-faça-o-teste 
- Vocês também podem trabalhar os tipos de temperamentos com exemplos de personagens bíblicos, veja em www.edificacaobiblica.blogspot.com/estudo-do-temperamento
- Para finalizar, utilizem a dinâmica “Convivência” e depois leiam o texto de reflexão "O Menino, o Martelo e os Pregos".
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Convivência
Objetivo: Refletir sobre o que as características de temperamento têm dificultado ou promovido nos relacionamentos.
 Material: ½ folha de papel ofício, lápis grafite e borracha.
Procedimento:
- Distribuam ½ da folha de papel oficio para cada aluno.
- Solicitem para que eles escrevam características pessoais de temperamento, o que de gosta de fazer, tipo de comida preferida, manias, hora que acorda e dorme etc.
- Com os alunos em círculo, peçam para que falem sobre o que escreveu.
- Depois, falem:
Vocês observaram que todos aqui são diferentes?
O que isto tem dificultado para que você e as outras pessoas com quem você se relaciona(família, amigos etc) convivam bem?
Então, como conviver bem em meio a tão grande diversidade de características?
Aguardem as respostas.
Enfatizem que deve haver respeito, compreensão, limites, domínio próprio para que a nossa comunhão com quem convivemos seja efetiva, através de bons relacionamentos.
O que pode ser modificado ou aprimorado nas características de cada temperamento para que haja melhoria nos relacionamentos familiares?
- Solicitem para que os alunos apaguem aquelas características que tem provocado situações conflitivas. Falem: observaram que as marca da palavra permaneceu? Há características que não podemos retirar, mas que podem ser melhoradas. Orientem que escrevam outras ações que possibilitem a modificação daquilo que não está legal.

Por Sulamita Macedo.

Texto de Reflexão: O Garoto, o Martelo e os Pregos
Observação: Ao ler façam a demonstração utilizando um pedaço de madeira, 03 ou mais pregos e 01 martelo.
                Havia um garotinho que tinha um mau gênio. Seu pai lhe deu um saco cheio de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência, deveria bater um prego na cerca dos fundos da casa.
                 No primeiro dia, o garoto havia pregado 37 pregos na cerca. Porém, a cada dia, o número ia decrescendo. O menino descobriu que era mais fácil controlar seu gênio do que pregar pregos na cerca. Finalmente, chegou o dia em que o garoto não mais perdeu o controle sobre o seu gênio.
                Ele contou isso ao seu pai, que lhe sugeriu que tirasse um prego da cerca por dia, para dominar o seu gênio. Os dias foram passando, até que, finalmente, o garoto pôde contar a seu pai que não havia mais pregos a serem retirados. O pai pegou o garoto pela mão e o levou até a cerca, dizendo:
                - Você fez bem, garoto, mas dê uma olhada na cerca. Ela nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas irado, elas deixam uma cicatriz como esta. Você pode esfaquear um homem e retirar a faca em seguida, e não importa quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuará ali.
                Uma ferida verbal e tão mal quando uma física. Tenha isso em mente antes de se irar contra alguém. 
Autor desconhecido.
Juvenis - Currículo do Ano 2: Lições práticas do Sermão do Monte
Lição 04: É possível amar o inimigo?

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem a lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Introduzam o tema da aula, lendo o versículo:
“Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes”. Marcos 12:30-31
- Para exemplificar e enfatizar a importância do amor em ação, utilizem a dinâmica “O Coração Mais Bonito”.
- Depois, perguntem: Que demonstração de amor podemos realizar por nosso próximo?
Aguardem as respostas e em seguida trabalhem os pontos levantados na lição para o estudo do tema.
Procurem sempre ministrar a aula, procurando a participação dos alunos.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Coração Mais Bonito
Objetivo: Refletir sobre o amor em ação.
Material:
 01 coração grande.
 01 coração pequeno para cada aluno.
01 pirulito em forma de coração para cada aluno.
Procedimento:
- Falem: “Conta-se que certo homem estava participando de um concurso do Coração Mais Bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem qualquer estrago. Até que apareceu um homem idoso e apresentou seu coração, afirmando que era o mais bonito, pois nele havia marcas. Vários tipos de comentários surgiram e perguntaram: “Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?” O homem idoso então explicou que era por isso mesmo que seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, sua experiência, suas atitudes em amar as pessoas. Finalmente, todos concordaram que o coração mais lindo era aquele com marcas de amor em ação”(autoria desconhecida).
- Apresentem o coração grande para a turma e falem que fomos alcançados pelo amor de Deus. Leiam João 3.16. Também afirmem que é pelo amor que somos reconhecidos como discípulos de Jesus, leiam João 13.35.
- Agora distribuam este amor com os alunos, entregando um coração pequeno para cada um.
- Agora, reflitam com os alunos, olhando para o coração que temos nas mãos:
Que marcas deste amor podemos compartilhar com os outros?
 Nós, como integrantes da Igreja, o que estamos fazendo para que as pessoas sejam alcançadas pelo amor de Deus?
Estamos praticando na verdade o amor, cotidianamente, nas ações com o próximo?
- Peçam para que os alunos troquem os corações entre si, promovendo um momento de congratulação, de “troca de amor”, representando as verdadeiras ações amorosas que devem existir entre as pessoas.
- Para finalizar, entreguem para cada aluno um pirulito em forma de coração.

Por Sulamita Macedo.