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terça-feira, 14 de outubro de 2014

 15 de outubro - Dia do Professor
Parabéns por exercer tão importante e digna tarefa de ensinar a Palavra de Deus, conduzindo seus alunos a Cristo. Que Deus continue abençoando cada um de vocês com ricas bênçãos espirituais.

Sulamita Macedo.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Jovens e Adultos: Integridade Moral e Espiritual – O Legado do Livro de Daniel para a Igreja Hoje
Lição 03: O Deus que Intervém na História

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Iniciem o estudo, perguntando para os alunos:
Vocês sonharam na noite passada?
Como foi o sonho?
Qual o significado do sonho?
Aguardem as respostas.
- Falem: É muito comum as pessoas não se lembrarem do que sonharam durante a noite. Quando as pessoas se lembram, não entendem o que pode significar o sonho.
- Falem, ainda: O tema da aula de hoje está focalizado em um sonho do rei Nabucodonosor, que ele não se lembrava, mas exigiu dos sábios descobrir qual o sonho e a interpretação.
- Para trabalhar sobre o sonho, utilizem a dinâmica “O Sonho do Rei”.
- Agora, trabalhem outros pontos da lição que ainda não foram mencionados na dinâmica.
- Para concluir, falem que Deus conhece o futuro e revelou através do sonho profético do rei, os reinados que se sucederiam. Enalteçam o poder de Deus em revelar o sonho e sua interpretação para Daniel.
Depois, leiam:
“Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes...”(Dn 2:28).
“Respondeu o rei a Daniel, e disse: Certamente o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis e revelador de mistérios, pois pudeste revelar este mistério”(Dn 2:47).
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Sonho do Rei
Objetivo: Apresentar de forma prática o estudo sobre a estátua do sonho do rei Nabucodonosor.
Material:
01 folha de papel madeira ou peso 40 grande
01 pincel atômico
Papel laminado dourado e prateado
01 tubo de cola
Barro
01 pedra
Nomes digitados: Babilônico, Medo-persa, Grego, Romano, Anticristo
01 rolo de fita adesiva
Procedimento:
- Leiam sobre o sonho do rei Nabucodonosor, que se refere a estátua, em Daniel 2. 31 a 33.
- Depois, montem com os alunos “uma estátua”.
 Para isto, façam o contorno do corpo humano com pincel atômico.
Agora, falem: Qual o material da cabeça da estátua?
Então colem pedaços de papel laminado dourado na cabeça.
Qual o material dos peitos e dos braços?
Então colem pedaços de papel laminado prateado nestas partes.
Qual o material do ventre e das coxas?
Então colem pedaços de papel com cor de cobre no ventre e nas coxas.
Qual o material das pernas?
Então colem pedaços de papel com cor de ferro.
Agora, faltam os pés. Mas, qual era o material?
Então passem cola sobre os pés e por cima joguem o barro e depois colem pedaços de papel cor de ferro.
- Agora, coloquem a “estátua” pendurada na parede ou num quadro e comecem a trabalhar sobre o que representa cada tipo de material relacionados aos impérios.
Vocês colocam o nome do império ao lado da parte do corpo que faz referência.
Cabeça: Babilônico
Peitos e braços: Medo-persa
Ventre e coxas: Grego
Pernas: Romano
Pés: Reino do Anticristo
Leiam o que fala Daniel 2. 37 a 41 e apresentem o que vocês estudaram sobre estes impérios.
Quando vocês falarem sobre o Reino do Anticristo, apresentem informações como:
De acordo com a Bíblia quem é o Anticristo?
Quando aparecerá?
Quanto tempo governará?
Onde aparecerá?
Em que se fundamentará o governo do Anticristo?
- Para finalizar, peguem uma pedra e joguem nos pés da “estátua” e depois peçam para que os alunos destruam a estátua.
Mas, por que foi destruída?
Em seguida, leiam Daniel 2. 35 e 44.
- Então, falem que a pedra representa Jesus e o seu reino. Leiam ainda, At 4. 11, Ef 2.20 e I Pe 2.4.
Por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico
Monitoria na EBD
            Monitoria é uma atividade de ensino e aprendizagem de caráter cooperativo entre professores e alunos, que estimula a iniciação docente, que geralmente acontece em cursos de graduação, porém se faz presente também no Ensino Médio e nos últimos anos do Fundamental de forma mais escassa. Entretanto, sua prática também é possível na Escola Bíblica Dominical.
            O monitor é aquele aluno, que sob a orientação e supervisão de um professor, tem a possibilidade de vivenciar atividades didáticas e práticas sobre o conteúdo, executando atribuições auxiliares junto ao mestre, proporcionando-lhes experiência de formação em curso.
            Jesus escolheu 12 pessoas, os discípulos, para que na vivência com Ele aprendessem sobre os valores do Reino e enfrentassem situações diversas, para que pudessem pregar com poder e sinais, como se lê: “E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios” (Marcos 3:13-15).
O apóstolo Paulo treinou em serviço o jovem Timóteo e quando precisou de um cooperador, enviou-o, pois estava preparado, capacitado e com experiência para o trabalho.  “E espero no Senhor Jesus que em breve vos mandarei Timóteo... Mas bem sabeis qual a sua experiência, e que serviu comigo no evangelho, como filho ao pai” (Fp 2. 19a e 22).
Observamos, nestes versículos citados acima, apenas dois exemplos da Bíblia sobre treinamento em serviço, através da observação, prática e cooperação, sob a orientação do mentor, com o objetivo de adquirir experiência para a realização de um trabalho futuro, adquirindo habilidades por meio de uma ação formativa.
            E na Escola Bíblica Dominical, quais as possibilidades de haver esta prática?
            Partindo do princípio de que há necessidade de novos professores para o ensino cristão, a monitoria pode ser uma forma de iniciação à docência, proporcionando familiaridade do monitor com planejamento de aula, pesquisa sobre o conteúdo, escolha de métodos e execução de outras atividades correlatas ao processo de ensino e aprendizagem de forma conjunta com o professor.

Para o exercício da monitoria, os candidatos podem se apresentar de forma voluntária ou por escolha dos professores. Para isto, é recomendável que os professores tenham um olhar atento sobre aqueles alunos da EBD, que demonstram iniciativa para falar diante dos colegas, que trazem uma informação sobre o tema da lição, que apresentam assiduidade, pontualidade, interesse, responsabilidade e que tenham espírito colaborativo, pois eles, com estas características, podem ser monitores e certamente bons professores.
            Abrir este espaço no contexto de EBD, para a monitoria, traz benefícios para a descoberta de professores, tendo em vista esta atividade possibilitar a apropriação de habilidades didáticas, formando um futuro professor com experiência nas atividades colaborativas de aprendizagem, capacitando-se para o ensino cristão na Escola Dominical. A Palavra de Deus adverte: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Tm 2.15).
            Outro ponto importante, para a existência da monitoria na EBD, tratar-se de não pegar alguém de surpresa quando designado para assumir uma classe, trazendo-lhe desconforto, preocupação, insegurança e até medo para assumir a função por falta de preparo de como ministrar uma aula. Havendo alunos monitores, a superintendência tem maior possibilidade de escolha dos docentes com experiência no ensino.
            As atividades do aluno monitor devem ser concentradas no sentido de auxiliar nas práticas pedagógicas da EBD. O monitor não será um substituto do docente, pois suas ações devem ser executadas na presença do professor. Quando o docente precisar faltar a EBD, deve manter contato com outro professor para que ministre a aula, não deixando a aula a cargo do monitor.
Mas, vejamos alguns exemplos de como o aluno monitor pode cooperar nas aulas da EBD:
- Expor uma parte da lição.
- Acrescentar uma informação importante sobre o tema.
- Auxiliar nas atividades práticas com os alunos, como nos trabalhos de grupo, execução de dinâmicas etc.
Após a aula, em um encontro específico, o professor deve conversar com o monitor sobre sua atuação na aula, para que os pontos positivos sejam ressaltados e os negativos minimizados, sugerindo e orientando como proceder, evitando assim repetição de falhas.
O tempo de aprendizagem do aluno como monitor pode variar de pessoa para pessoa, pois dependerá do desenvolvimento individual de habilidades, do desempenho e da maturidade nesta formação em serviço. Além disso, é importante que haja orientação e incentivo para participação em treinamentos, congressos, seminários de EBD, como também a realização de leituras de livros, revistas, textos de conteúdo pedagógico para que o aluno monitor se aproprie de informações sobre o processo de ensino e aprendizagem e da educação cristã.
Portanto, a implantação de um programa de monitoria na EBD traz pontos positivos para a formação em serviço a aspirante de professor na EBD. Para que haja sucesso, nesta atividade, a receptividade da ideia pelos professores é fundamental, além de que devem estar disponíveis para realizar o acompanhamento do aluno a contento. O aluno-monitor deve também se esforçar e ser estimulado a exercer suas ações com vista ao exercício da docência na EBD.
Que tal pensar sobre isto e colocar em prática a monitoria na EBD?
Por Sulamita Macedo.
Pré-adolescentes – Currículo do Ano 2: O Pré-Adolescente e a Igreja
Lição 03: Os dons da Igreja

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Iniciem o estudo do tema, aplicando a dinâmica “Presentes do Espírito Santo”.
- Depois, falem sobre o que é dom, características dos dons, finalidade dos dons, de quem são os dons e quem recebe os dons.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Dons”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Presentes do Espírito Santo
Objetivo: Conhecer os tipos de Dons Espirituais.
Material:
03 caixas de presente
 Na caixa 01 colocar papel digitado com os dons que manifestam a sabedoria de Deus: Palavra da Ciência, Discernimento de Espíritos e Palavra da Sabedoria.
Na caixa 02 colocar papel digitado com os dons que manifestam o poder de Deus: Fé, Dons de Curar e Operação de Maravilhas.
Na caixa 03 colocar papel digitado com os dons que manifestam a mensagem de Deus: Profecia, Variedade de Línguas e Interpretação das Línguas.
Procedimento:
- Falem que os Dons Espirituais são concedidos pelo Espírito Santo ao povo de Deus. Eles podem ser considerados como valiosos presentes.
- Apresentem as 03 caixas de presente e distribuam para 03 pessoas da classe.
- Solicitem que abram as caixas, uma de cada vez.
- Ao abri-las, peçam para olhar o conteúdo do presente. Então, ao retirar o papel digitado, solicitem para que o aluno leia para a turma.
- Quando for lido os dons que manifestam a sabedoria de Deus, falem que este será o tema da aula deste domingo.
- Quando for lido sobre os dons que manifestam o poder de Deus, falem que este será o tema da  próxima lição (07).
- Quando for lido sobre os dons que manifestam a mensagem de Deus, falem que este assunto pode ser inserido na lição 08.
- Para concluir, leiam I Co 12.01,04,07 e 11 e falem da importância dos dons para a Igreja.
Por Sulamita Macedo.

Dinâmica: Dons
Objetivo: Concluir o estudo sobre os Dons Espirituais
Material:
Nomes dos Dons Espirituais digitados
06 envelopes(03 para o grupo 01 e 03 para o grupo 02)
Observação: Identificar na parte de cima de 03 envelopes com o nome Dons de Poder, Dons de Revelação e Dons de Elocução(01 nome para 01 envelope); escrever Grupo 1 na parte de baixo do envelope;  repetir este mesmo procedimento para o Grupo 2.
Procedimento:
- Dividam a turma em 02 grupos
- Entreguem para cada grupo as cartelas misturadas com os nomes dos dons Espirituais.
- Agora, entreguem para cada grupo 03 envelopes. Cada envelope com uma identificação: Dons de Poder, Dons de Revelação ou Dons de Elocução.
- Forneçam as seguintes orientações:
Eles deverão colocar dentro dos envelopes as cartelas a que se refere a identificação do envelopes.
Só poderão começar após a autorização do professor.
Não poderá consultar a lição bíblica e nem a Bíblia ou outro documento.
O tempo para realização da atividade é de apenas 02 minutos. Após este tempo os grupos deverão entregar os envelopes preenchidos; não poderá sobrar nenhuma cartela.
- Após o recebimento dos envelopes dos 02 grupos, o professor começará a abrir os envelopes, na seguinte ordem Dons de Poder, Dons de Revelação e Dons de Elocução, para os dois grupos.
Quando o professor pegar o envelope Dons de Poder do Grupo 01, deve abri-lo e ler para a turma, fazendo um certo suspense e perguntando para  a turma está certo? Devem ser anotados quantos estão corretos. Logo em seguida, o professor deve abrir o envelope Dons de Poder do Grupo 02. Depois, os demais envelopes.
- Para concluir, os pontos desta atividade devem ser somados. O professor deve declarar qual o grupo que ficou com o 1º.  e  2º. lugar.

Por Sulamita Macedo.
Adolescentes - Currículo do Ano 2: Cartas que Ensinam
Lição 03: Cristão passa por tribulação

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Iniciem o estudo do tema, colocando no quadro ou cartolina a pergunta do título da lição: Cristão passa por Tribulação?
- Falem sobre a palavra tribulação, apontado outras com mesmo significado, como problema, dificuldade, sofrimento.
- Falem: Gente, qual a opinião de vocês, o cristão passa por tribulação?
Aguardem as respostas. Depois leiam II Co 4. 8 e 9.
- Em seguida, afirmem que o cristão passa por dificuldade, sofrimento, tribulação e que este é o tema da aula de hoje, que se encontra na segunda carta de Paulo aos irmãos de Corinto.
- Trabalhem o conteúdo da lição de forma participativa, buscando o envolvimento do aluno com a aula.
- Não se esqueçam de contextualizar o tema da aula com o tipo de aluno que você tem, isto é, após a apresentação dos sofrimentos que o Apóstolo Paulo passou, deixem espaço para que os alunos falem dos problemas que enfrentam atualmente. Dessa, forma aprendizagem será mais significativa.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Tempestade”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Tempestade
Objetivos:
 Refletir sobre as dificuldades que enfrentamos na vida cristã.
Confirmar que temos socorro em Jesus, aquele que acalma as tempestades.
Material:
01 folha de papel ofício para cada aluno
03 metros de TNT azul
01 mesa pequena
01 fita adesiva
Procedimento:
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno e solicitem para que eles façam um barquinho, usando a técnica da dobradura (aquela que eles  faziam quando criança).
- Enquanto isso, organizem o TNT na mesa de forma que dê ideia de um mar revolto.
 - Peçam para que os alunos coloquem seus barcos no mar revolto. Se julgar necessário, utilizem fita adesiva para fixar os barquinhos.
- Falem para os alunos que o mar revolto representa as situações adversas que enfrentamos na vida. Muitas vezes precisamos retirar do nosso barco algo que pode impedir o bom prosseguimento da viagem. Cada um deve nesse momento refletir se há algo que precisa ser descartado ou modificado, mas não precisa falar para os colegas.
- Há também outras situações que precisamos do socorro de Jesus para acalmar a tempestade. Leiam:  Mt 8.23 a 26.
- Façam uma oração pelos alunos, apresentando as dificuldades que eles estão passando.
- Em seguida, com a ajuda de outra pessoa, estirem o TNT, representando o mar sem a tempestade.

Por Sulamita Macedo.
Juvenis - Currículo do Ano 2: O Perigo da Falsa Ciência e das Filosofias Antibíblicas
Lição 03: Criação x Evolução

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Falem do tema da aula: Criação x Evolução.
- Agora, utilizem o método da Divisão em grupos, para iniciar o estudo do tema.
Quer saber como utilizar melhor este método? Leiam o texto “Método de Divisão em grupos na EBD”, que vocês encontram no marcador “Texto Pedagógico” deste blog.
. Dividam a turma em 02 grupos.
O grupo 01 vai apresentar as ideias sobre o criacionismo.
O grupo 02 vai apresentar as ideias sobre o evolucionismo.
. Para esta atividade, forneçam para os alunos os 02 textos, que vocês encontram no final desta postagem:
Criação e Evolução: quem está com a razão?
Criacionismo X Evolucionismo
. Orientem os grupos, para que em 30 minutos, leiam os textos e procurem de forma resumida apresentar os argumentos sobre o Criacionismo e do Evolucionismo.
Eles podem apresentar a atividade, colocando os pontos principais numa cartolina. Para tanto, forneçam 01 folha de cartolina e 01 pincel atômico para cada grupo.
. Durante a atividade, passem nos 02 grupos para observar como está o andamento do trabalho como também orientar, corrigir, sugerir caso necessário. Não deixem os alunos sem observação, pois é comum haver desperdício de tempo com conversas.
. No momento da apresentação, observem o que está sendo falado pelos grupos. Acrescente e corrijam alguma informação se necessário. Enfatizem que o evolucionismo não tem base Bíblica e leiam Gn 1.1.
- Depois, apresentem o conteúdo da lição, procurando sempre a participação dos alunos.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Fui Criado por Deus”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Fui criado por Deus
Objetivo: Refletir sobre a perfeição da criatura humana, obra da criação de Deus.
Material:
½ folha de papel ofício
01 lápis grafite
Procedimento:
- Escolham um aluno e peçam para que ele permaneça diante da turma.

- Distribuam ½ folha de papel ofício para cada aluno e 01 lápis grafite.
- Peçam para que eles desenhem o colega, observando os detalhes, procurando ser o mais fiel possível ao que estão vendo. Eles devem desenhar em 1 minuto.
- Depois, recolham os desenhos e fixem no quadro.
- Observem os desenhos e deixem que os alunos analisem o resultado.
Alguém conseguiu no desenho se aproximar da realidade, isto é, reproduzir o colega? Por quê?
Observem as respostas.
Por mais que haja na turma alguém que desenhe bem, sempre haverá diferenças e o resultado não copia com exatidão os traços do colega.
Percebemos como é difícil desenhar, imaginem fazer o primeiro ser humano!
- Agora, falem: Olhem para seus colegas. Observem as características dos colegas, são diferentes mesmo tendo os mesmos membros, olhos, boca, nariz, orelhas etc.
- Depois, enfatizem: Só Deus tem poder para criar com tanta perfeição e diferentes características entre as pessoas. Nem mesmo os gêmeos univitelinos são iguais. E as impressões digitais? Não há um ser humano que tenha impressão digital igual ao de outra pessoa.
- Perguntem: Afinal, somos produtos da criação de Deus ou da evolução?
Aguardem as respostas.
- Para concluir, peçam para que os alunos repitam: Fui criado por Deus!
Por Sulamita Macedo.

Indicação de Leitura 1
Criação e Evolução: quem está com a razão?
Questiona-se muito o fato de o universo ter sido criado por Deus. Muitos cientistas e professores apoiam a teoria do Big Bang e da evolução das espécies. Como a teoria criacionista e a evolucionista se opõem? Quem está com a razão?
Esse é um assunto vasto e polêmico, portanto não é possível abordá-lo em detalhes aqui. Falo melhor sobre isso no livro ‘Criação x evolução. Quem está com a razão?’. Mas vou tecer alguns comentários sobre o que os criacionistas e os evolucionistas dizem a respeito do surgimento do universo.
Os criacionistas, com base na revelação bíblica, defendem que o universo, tudo que nele há e o ser humano foram criados por Deus; que houve uma ação direta do Criador num tempo determinado para que tudo viesse a existir. Para eles, Deus criou o homem, os animais, a fauna e a flora, tudo conforme a sua espécie (Gênesis 1.11,12).
Já os evolucionistas — com base na teoria do Big Bang, acreditam que o universo surgiu a partir de uma explosão atômica. Eles dizem que a vida orgânica surgiu a partir da matéria inorgânica e que houve mutações e transmutações genéticas que deram origem às espécies e formas de vida mais complexas. Contudo, a matéria inanimada não pode gerar seres vivos, nem o inorgânico produzir o orgânico. Essas são as bases da teoria da biogênese.
Se a matéria inorgânica será sempre inorgânica e se o inanimado não poderá jamais produzir o animado, a teoria evolucionista é improvável à luz da ciência. Já o criacionismo é viável cientificamente, visto que Deus, um Ser vivo, criou o homem e todos os seres vivos (Gênesis 1.26).
A despeito disso, os evolucionistas rejeitam a revelação bíblica alegando que ela não é científica porque não os fatos narrados em Gênesis não foram contados por um observador presente na criação, e os eventos não são passíveis a testes pela ciência. Mas o fato é que a teoria do Big Bang e da evolução das espécies, de Darwin, também não são fatos científicos, uma vez que o Big Bang, que se presume ter ocorrido há bilhões de anos, não foi testemunhado por ninguém e que os processos evolutivos não são observáveis nem comprovados pela ciência. Tudo o que existe é especulação.
Além da teoria da biogênese, há três leis científicas que dão respaldo à teoria criacionista: a 1ª e a 2ª Lei da Termodinâmica, e a Lei de Causa e Efeito.         
De acordo com a Primeira Lei da Termodinâmica, a energia não pode ser criada nem destruída; a quantidade total de energia no universo é sempre a mesma, podendo apresentar-se em formas diferentes.
A revelação bíblica não contraria em nada essa lei. Em Gênesis, é dito que Deus criou todas as coisas completas e acabadas. Como Criador, Ele estipulou a quantidade exata de energia no universo (Gênesis 1.31; 2.2). Em Eclesiastes (12.6,7), é dito que quando o homem morre, seu corpo (matéria) se decompõe, voltando ao pó, e que seu espírito (energia), volta a Deus que o deu.
A teoria evolucionista, porém, contradiz essa lei, pois os evolucionistas afirmam que a energia está em expansão, em evolução — o que também não pode ser comprovado pela ciência.
Além disso, de acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, o universo caminha de níveis organizados para níveis cada vez mais desorganizados.
Enquanto os evolucionistas dizem que o universo caminha de níveis desorganizados para níveis cada vez mais organizados, indo de encontro à Segunda Lei da Termodinâmica, os criacionistas concordam com essa lei, pois na Bíblia é dito que a criação de Deus era completa e perfeita mas, quando o pecado entrou no mundo, desorganizou todo o sistema. Toda a terra foi afetada por causa da desobediência do homem (Gênesis 3.17,18).
Por último, segundo a Lei de Causa e Efeito, nenhum efeito é quantitativamente maior e/ou qualitativamente superior à sua causa.
Os cientistas aceitam esse princípio. Contudo, a teoria da evolução sustenta que a matéria inanimada é a causa primária do universo e de vidas mais complexas do que ela. Cientificamente isso é impossível! O efeito não pode ser superior à causa; logo, novamente os evolucionistas batem de frente com o critério científico.
Já os criacionistas se coadunam com essa lei, pois, na Bíblia, Deus é revelado como um Ser único, vivo, grandioso, onipotente, onisciente, onipresente e eterno, que criou o universo e tudo o que nele há. Logo, pelas Sagradas Escrituras, entendemos que Deus é a causa primária, e o homem, o efeito.
SUGESTÕES DE LEITURA: Gênesis 1—3; Eclesiastes 12.6,7; o livro ‘Criação x evolução. Quem está com a razão?’, de Silas Malafaia, publicado pela Editora Central Gospel.

Indicação de Leitura 2
CRIACIONISMO X EVOLUCIONISMO
Assim como o evolucionismo, o criacionismo é uma teoria que tenta explicar a origem da vida e a evolução do homem. No entanto, é importante ressaltar que a teoria criacionista segue uma linha de pensamento distinta da teoria evolucionista.
O criacionismo se baseia na fé da criação divina, como narrado na Bíblia Sagrada, mais especificamente no livro de Gênesis na qual Deus criou todas as coisas, inclusive o homem. Lembrando que diversas culturas possuem sua versão própria do criacionismo, como é o caso da mitologia grega, da mitologia chinesa, cristianismo entre outras.
O evolucionismo se baseia em pesquisas científicas, que surgiram com o experimento científico de Oparin-Haldane. Eles acreditavam que os gases existentes teriam formado as primeiras moléculas orgânicas e mais tarde os primeiros seres vivos. A experiência de Staley Miller acabou defendendo essa teoria, já que ele construiu um equipamento que imitava as condições da Terra naquela época e obteve a presença de aminoácidos no líquido formado.
Charles Darwin, com sua publicação “A origem das espécies” (1859), afirmava que o homem era resultado de uma longa evolução que começou com os hominídeos até o homo sapiens, o que corresponde as nossas características atuais.

Darwin sugeriu que o homem e o macaco teriam um mesmo ascendente em comum por conta das semelhanças biológicas, mas isso não significa que homem é um descendente do macaco. Ele sugeriu que todos os seres vivos tiveram um ancestral comum. Ele também desenvolveu a ideia da seleção natural, na qual apenas os seres vivos mais adaptados ao ambiente imposto poderiam sobreviver.
Quanto à questão da evolução, há uma série de argumentos que diferenciam criacionistas e evolucionistas.
De acordo com a teoria criacionista:
- Deus criou o homem e os demais seres vivos já na forma atual há menos de 10 mil anos;
- Os fósseis (inclusive de dinossauros) são animais que não conseguiram embarcar na Arca de Noé a tempo de salvarem-se do dilúvio;
- Deus teria criado todos os seres vivos seguindo um propósito e uma intenção;
- O homem foi feito à imagem e semelhança de Deus e, portanto, não descende de primatas;
- Não há como comprovar a hipótese evolutiva em laboratório e, portanto, ela não é científica;
- Desde Darwin, vários aspectos de sua teoria já foram revistos, o que prova sua inconsistência;
- A Segunda Lei da Termodinâmica demonstra que os sistemas tendem naturalmente à entropia (desorganização);
- A perfeição dos seres vivos comprova a existência de um Criador inteligente;
- Mesmo admitindo a evolução, ela só poderia ser de origem divina por caminhar sempre no sentido da maior complexidade e do aperfeiçoamento biológico;
- A origem da vida ainda não é explicada de modo satisfatório pelos evolucionistas.
Já para a teoria evolucionista:
- O homem e os demais seres vivos são resultado de uma lenta e gradual transformação que remonta há milhões de anos;
- Os fósseis e sua datação remota confirmam que a extinção de espécies também faz parte do processo evolutivo;
- As transformações evolutivas são resultado de mutações genéticas aleatórias expostas à seleção natural pelo ambiente;
- O homem não é descendente dos primatas atuais, mas tem uma relação de parentesco. Ambos descendem de um ancestral comum já extinto;
- Seres vivos com ciclo de vida mais curto comprovam a evolução por seleção e adaptação, como no caso de populações de bactérias resistentes a determinados antibióticos;
- Apenas detalhes científicos que ainda não estavam claros no tempo em que Darwin viveu, como os avanços na área da Genética e da Biologia Molecular, foram revistos. No essencial, a teoria é válida há 145 anos;
- A Segunda Lei da Termodinâmica não se aplica a sistemas abertos, como os seres vivos;
- Os seres vivos são complexos, mas longe de serem perfeitos. O apêndice humano é um exemplo de estrutura residual sem função;
- A evolução não caminha sempre para a maior complexidade. Insetos atuais são mais simples que seus ancestrais já extintos. Nem sempre a evolução significa melhoria, apenas maior adaptação ao meio ambiente;
- Aspectos fundamentais envolvendo a origem da vida ainda precisam ser mais bem esclarecidos, mas o método científico e não-dogmático é o caminho mais adequado para atingir esses objetivos.